Eu fecho,
eu abro.
Eu fecho,
eu abro.
Eu fecho e
abro. Janelas.
Janelas sem portas
em contínuo e sem resposta - alô?
No eco meus sonhos
Meus ventos
Talentos
Eu penso e não sustento
o remendo
endo
endo...
Ela não vem como vento
Não surge, não pula
eu não entendo!
Mas quando saio, aí ela vem:
danada.
Ah! Eu não sei de mais nada.
Ideias, ideias
no sussurrar da madrugada
teus sonhos, teus cantos
inspiração desmiolada!
E enquanto isso em ecos surdos
e eu surtando
e tudo mudo.
Dentro de mim nem o vento sopra
ideias
histórias
nem novas, nem velhas
É fim de noite
Contemple as páginas em branco
Quem dera estivessem cheias de tudo o que pensei durante o dia;
mas não - se foi
nem vi a hora de partida
Quer saber?
É a vida.
Contemplarei de novo a tela branca
E novamente
tentarei
regurgitar pequenos trechos da história
que mal comecei.
Fui!
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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Poemas do curta "Desvanecer"
Estes são trechos de poema feitos para compor meu 1º roteiro individual original, do filme Desvanecer. Acompanha abaixo uma imagem na qual me baseei para compor o 1º trecho.
Sinopse do filme: Oliver é um fotógrafo free-lancer recalcado que faz videocasts de banalidades em seu blog. Não sabe nada sobre literatura, mas é contratado por um jornal para fotografar o lançamento de um livro da famosa e arrogante escritora-jornalista Camille Castillo. Oliver se apaixona por ela, mas ela simplesmente o ignora. No dia seguinte, ele vai à livraria Kafka para comprar o livro e encontra um diário em branco perdido no chão, com o nome de Camille escrito na capa. Quando chega em casa, descobre que o dia-a-dia da mulher surge escrito misteriosamente nas páginas desse diário, narrado em primeira pessoa. A partir daí, todos os dias ele tenta causar uma boa impressão a Camille e conquistá-la, mas no final de cada dia ele abre o diário e descobre que piorou ainda mais a situação.
Todos os poemas são de autoria minha, mas totalmente baseados nos sentimentos e vivências da personagem Camille Castillo.
Sinopse do filme: Oliver é um fotógrafo free-lancer recalcado que faz videocasts de banalidades em seu blog. Não sabe nada sobre literatura, mas é contratado por um jornal para fotografar o lançamento de um livro da famosa e arrogante escritora-jornalista Camille Castillo. Oliver se apaixona por ela, mas ela simplesmente o ignora. No dia seguinte, ele vai à livraria Kafka para comprar o livro e encontra um diário em branco perdido no chão, com o nome de Camille escrito na capa. Quando chega em casa, descobre que o dia-a-dia da mulher surge escrito misteriosamente nas páginas desse diário, narrado em primeira pessoa. A partir daí, todos os dias ele tenta causar uma boa impressão a Camille e conquistá-la, mas no final de cada dia ele abre o diário e descobre que piorou ainda mais a situação.
Todos os poemas são de autoria minha, mas totalmente baseados nos sentimentos e vivências da personagem Camille Castillo.
"Um canto que não se ouve mais
De um tempo que eu já esquecera
A dor da perda retorna a mim
Minha criança interna morrera."
"Ele rugiu pra esconder o choro
Fincou os pés pra não cair no chão
Cobriu de espinhos sua carcaça mole
Chamou de força sua solidão.
Fechou os olhos, tentou esquecer
Trancou os ouvidos pra não se render
À melodia de que tanto foge
Melodia de amor e de morte."
Acredite ou não, essa história é pra ser uma comédia romântica.
Como? Você vai ter que esperar pra ver ;)
sábado, 26 de junho de 2010
Filosofia Maconheira
Finais de 2007, tarde quente, uma estagiária desocupada
no laboratório de informática de uma escola pública:
Não precisei de maconha nenhuma, o sol já torrava os miolos.
Sinceramente,
A vida é assim:
bagunça sem fim.
Quem discorda,
prove o contrário
Nesse exato horário.
Acha que a rima tá fraca?
Faz melhor, rapaz
e depois me deixa em paz.
Quer um conselho?
Não deixa o tempo correr:
quem só espera, só pode perder...
Quer uma dica?
Não dorme no ponto:
vai acordar cheio de agulhas e tonto.
Olha, cansei:
Viver pro trabalho
é coisa de otário.
A vida é pra curtir...
Mas não se curte ficando à toa:
Enfrenta a vida! A vida é boa.
A vida é pra viver
A Filosofia do existir
Não é pra pensar, é pra sentir, é pra agir.
E tua vida quem faz é você,
Tá ligado? Não?
Então pára de fumar baseado!
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Refletindo Sobre o Tempo
Esse poema foi escrito no início do ano passado.
Lembro-me bem do contexto.
E continuo concordando totalmente com o que escrevi.
O tempo cicatriza feridas,
mas não quer dizer que algumas delas não deixarão marcas eternas.
Há pessoas que tentam se esconder atrás do tempo,
acham que ele só faz esquecer, mofando os baús e criando teias.
Mas o tempo não é um esconderijo
e tampouco só uma fonte de podridão.
Do mesmo galho que caiu uma folha seca, nascerá um broto novo.
E independente do quão profundo esteja enterrada uma semente,
com o tempo ela sairá debaixo da terra.
O tempo seca os rios,
floresce desertos,
desmancha montanhas.
E como tudo ao nosso redor,
podemos decidir o que fazer com ele.
O tempo que amolece o coração de uns
é o mesmo que endurece de outros.
Há os que correm atrás do tempo,
há os que tentam fugir dele
(ambos são fracassados,
porque o tempo não pára
e nem volta atrás)
Alguns vêem num passado triste a origem de todas as suas desgraças;
outros vêem no mesmo passado a fonte da sua força:
Eles não aprendem a simplesmente conviver com suas cicatrizes,
mas a tirar proveito das grandes lições que vieram com essas marcas.
(As Chagas de Cristo são o exemplo perfeito:
o sofrimento dEle não foi em vão,
Suas Marcas não são demonstração de dor,
mas de Amor, de superação.)
Mas passado é passado.
"A vida só pode ser compreendida olhando-se para trás; mas só pode ser vivida olhando-se para a frente."
Soren Kierkegaard
Enfim, resumindo:
o tempo é um ótimo professor,
se o aluno quiser aprender.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
A alegria dos porcos capitalistas: Reflexões solitárias do final de um dia que nada acrescentou em minha vida
Esse poema foi escrito ano passado, na época da gripe suína.
O sol brilhava, os pássaros a cantar, e eu enclausurada em minha casa, sem aula à noite e nada pra fazer...
Naquele tempo, o decreto só fechava instituições de ensino, ou seja, shoppings e mercados estavam abertos.
A raiva transpassou nitidamente:
Hoje:
céu de praia.
azul.
nuvens finas.
dia lindo.
isso se desse pra aproveitar.
não passei do portão de casa.
Dor no peito:
angústia.
mais sete dias de espera.
tédio.
ansiedade.
solidão.
saudade...
Os shoppigs:
abertos.
e os colégios fechados.
qual enche mais?
ou qual rende mais...
Esvaziam-se as salas,
enchem-se os cofres,
porquinhos nervosos,
$audávei$ e gordos.
E nós:
enfermos,
dormindo.
sós,
assistindo.
inquietos,
consumindo.
E o vírus:
quietinho.
esperando esfriar.
E nós?
também.
deixando o tempo passar...
O dia vai acabar
Nada disso muda nada
Mais sete dias de espera
Uma semana sem sentido
Atirando ao vento pedras.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Ououououu... Sweet Year O'Mine
Sim,
esse filme
está chegando ao fim
mas um novo está
só pra
começar
porque o término
não é mais do que o prelúdio
de um novo
início.
A aventura será nova
Um novo dia vai nascer
E entre um bando de clichês
o filme roda,
e eu digo AÇÃO!
É eu e Deus nessa jornada
o Eterno Mestre
a me guiar
e a aprendiz
sempre a pedir
me ensine, ajude
e como sempre,
supreenda...
O Sangue corre
O corpo vibra
a Alma respira
suspira e se apronta:
a Vida apenas começou.
Avante e sempre
confiante, vou em
frente.
Porque o sonho
não termina
enquanto alguém
acreditar.
esse filme
está chegando ao fim
mas um novo está
só pra
começar
porque o término
não é mais do que o prelúdio
de um novo
início.
A aventura será nova
Um novo dia vai nascer
E entre um bando de clichês
o filme roda,
e eu digo AÇÃO!
É eu e Deus nessa jornada
o Eterno Mestre
a me guiar
e a aprendiz
sempre a pedir
me ensine, ajude
e como sempre,
supreenda...
O Sangue corre
O corpo vibra
a Alma respira
suspira e se apronta:
a Vida apenas começou.
Avante e sempre
confiante, vou em
frente.
Porque o sonho
não termina
enquanto alguém
acreditar.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
BRASA JOVEM
(poema escrito em agosto de 2007)
Sozinhos, andamos em frente.
Aos “velhos”, vagamos sem rumo.
Sozinhos, pedimos em coro,
Tememos por nosso futuro:
Não permita Deus que o tempo
Possa nos enfraquecer
Nem que o medo e a preguiça
Possam nos emudecer.
Quem somos? O que fazemos?
Somos jovens! Unidos, lutamos!
O que queremos? O que gritamos?
Justiça! Amor ao Brasil!
Somente ao Brasil!
Ao chão de terra batida,
De gente sofrida
Que sabe o que é dor.
A essa gente que quer paz
Mas que não quer lutar
E que ao olhar pra trás
Diz que não vai adiantar.
Porque “esse é o país dos corruptos”
Aqui “quem ganha é o ladrão”
Ao povo, só restam insultos
E ao pobre, nem mesmo um pão...
Mas isso não é o Brasil!
Brasil é chama que não se apaga
Grandeza que não se acaba
Beleza que não tem fim.
E o povo que não se cale
Nem mesmo que se contenha.
Que brade! Que lute! Que venha!
Se a batalha for de todos
A vitória será também.
Aos “velhos”, vagamos sem rumo.
Sozinhos, pedimos em coro,
Tememos por nosso futuro:
Não permita Deus que o tempo
Possa nos enfraquecer
Nem que o medo e a preguiça
Possam nos emudecer.
Quem somos? O que fazemos?
Somos jovens! Unidos, lutamos!
O que queremos? O que gritamos?
Justiça! Amor ao Brasil!
Somente ao Brasil!
Ao chão de terra batida,
De gente sofrida
Que sabe o que é dor.
A essa gente que quer paz
Mas que não quer lutar
E que ao olhar pra trás
Diz que não vai adiantar.
Porque “esse é o país dos corruptos”
Aqui “quem ganha é o ladrão”
Ao povo, só restam insultos
E ao pobre, nem mesmo um pão...
Mas isso não é o Brasil!
Brasil é chama que não se apaga
Grandeza que não se acaba
Beleza que não tem fim.
E o povo que não se cale
Nem mesmo que se contenha.
Que brade! Que lute! Que venha!
Se a batalha for de todos
A vitória será também.
sábado, 21 de novembro de 2009
MÁSCARAS
(poema escrito em Agosto de 2007)
Em casa, morador
Na escola, estudante
Na empresa, empregado
Cliente ao restaurante.
A cada instante, em cada lugar
Ele é um, ele é outro
Mudando de máscaras sem cessar...
Pra reclamar, tem que ser grande e grosso
Pra namorar, só gentil, lindo e charmoso
E entrar sem pagar, só se for famoso.
No trânsito, mal-educado
Diante da esposa, amor
Na igreja, pequeno e humilde
No bar, bom falador
Pro filho, desconhecido
Diante de todos, ator.
Ao fim de seu dia ele chega
Exausto e cheio de dor
Tirando sapatos e terno
E pondo a roupa de casa
Olhando diante do espelho
Resolve tirar todas as máscaras.
Ele não é lindo e charmoso
Tampouco humilde ou orgulhoso
Não é gentil, nem mal-educado
Nem desconhecido e nem famoso
Nem estudante, nem empregado
Nem grande e nem pequeno
Ou cliente, ou vendedor.
Não ajuda, não atrapalha
Nunca foge, nunca batalha
Não deita, não dorme
Nem fala e nem se cala
Não corre, não anda
Não come, não bebe
Não ama...
Ao tirar todas as máscaras
Em seu rosto não vê mais rosto
Não há vida e sequer emoção
E se não há cara, não há coração.
De tantos disfarces que fez
De si mesmo nada sobrou
Em seu rosto, uma folha em branco
Boneco sem alma e com mil faces falsas
Que sabe ser tudo e ser todos
Menos ser de verdade.
Em casa, morador
Na escola, estudante
Na empresa, empregado
Cliente ao restaurante.
A cada instante, em cada lugar
Ele é um, ele é outro
Mudando de máscaras sem cessar...
Pra reclamar, tem que ser grande e grosso
Pra namorar, só gentil, lindo e charmoso
E entrar sem pagar, só se for famoso.
No trânsito, mal-educado
Diante da esposa, amor
Na igreja, pequeno e humilde
No bar, bom falador
Pro filho, desconhecido
Diante de todos, ator.
Ao fim de seu dia ele chega
Exausto e cheio de dor
Tirando sapatos e terno
E pondo a roupa de casa
Olhando diante do espelho
Resolve tirar todas as máscaras.
Ele não é lindo e charmoso
Tampouco humilde ou orgulhoso
Não é gentil, nem mal-educado
Nem desconhecido e nem famoso
Nem estudante, nem empregado
Nem grande e nem pequeno
Ou cliente, ou vendedor.
Não ajuda, não atrapalha
Nunca foge, nunca batalha
Não deita, não dorme
Nem fala e nem se cala
Não corre, não anda
Não come, não bebe
Não ama...
Ao tirar todas as máscaras
Em seu rosto não vê mais rosto
Não há vida e sequer emoção
E se não há cara, não há coração.
De tantos disfarces que fez
De si mesmo nada sobrou
Em seu rosto, uma folha em branco
Boneco sem alma e com mil faces falsas
Que sabe ser tudo e ser todos
Menos ser de verdade.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Minha Confissão
Levei muito tempo pra entender
O que era tão simples
Porque qualquer um podia ver
Só não via quem não quisesse crer.
E eu quis
Eu orei
Eu pedi
E eu ouvi
Ouvi essa voz de dentro da minh'alma
Eu não entendi de começo
Mas ela ficava cada vez mais forte
Ele queria me dizer
e eu queria mas não conseguia escutar
Mas eu pedi
E Ele atendeu
E eu entendi.
Mas como eu demorei,
eu demorei demais
eu fui infiel
cega
surda
e tola.
E ele cantou pra mim
mais de um milhão de vezes
e por fim eu entendi
o céu se abriu enfim...
Entendi que render-se a Ti é render-se do início ao fim
Entendi que não existe meia-fé
mesmo que aqui nós nunca consigamos saber a Verdade inteira.
Ó Pai, cantaste pra mim por toda a minha vida
e só agora pude ouvi-lo
por que tão tarde?
por que fui tão cega, tão rude
infiel?
Que venha quem vier
a atacar minha Fé
e nada terá
porque nada pode vencer a um servo de Deus!
Glórias a Ti
Sempre a Ti
Só a Ti
Só por Ti.
E agora eu posso vê-Lo
E só agora posso realmente vê-Lo
E a partir de agora nunca mais temerei
nunca mais duvidarei
e nada em meu coração habitará
sem ser pra honra e glória
do Teu Nome
Agora eu entendo
a Verdadeira Fé
Por que tão tarde?
Por minha culpa
Mas eu entendi.
Quero lutar por Ti
Quero conhecer-te ainda mais
Quero estar conTigo
Quero que sempre habite em mim
Que Tua Presença cresça
e se Renove
dentro do meu ser.
Derrama Tua unção
dai-me humildade,
humildade,
humildade!
Humildade...
HUMILDADE.
Hu-Mil-Da-De
hUmIlDaDe
HuMiLdAdE
hummmiiiiillllllddddaaaadddeeeee,
HUM!LD@D£
hu-mil-da-de
huuuuuumildade!
H
U
M
I
L
D
A
D
E,
Humildade;
Sabedoria
e Discernimento.
Amém.
O que era tão simples
Porque qualquer um podia ver
Só não via quem não quisesse crer.
E eu quis
Eu orei
Eu pedi
E eu ouvi
Ouvi essa voz de dentro da minh'alma
Eu não entendi de começo
Mas ela ficava cada vez mais forte
Ele queria me dizer
e eu queria mas não conseguia escutar
Mas eu pedi
E Ele atendeu
E eu entendi.
Mas como eu demorei,
eu demorei demais
eu fui infiel
cega
surda
e tola.
E ele cantou pra mim
mais de um milhão de vezes
e por fim eu entendi
o céu se abriu enfim...
Entendi que render-se a Ti é render-se do início ao fim
Entendi que não existe meia-fé
mesmo que aqui nós nunca consigamos saber a Verdade inteira.
Ó Pai, cantaste pra mim por toda a minha vida
e só agora pude ouvi-lo
por que tão tarde?
por que fui tão cega, tão rude
infiel?
Que venha quem vier
a atacar minha Fé
e nada terá
porque nada pode vencer a um servo de Deus!
Glórias a Ti
Sempre a Ti
Só a Ti
Só por Ti.
E agora eu posso vê-Lo
E só agora posso realmente vê-Lo
E a partir de agora nunca mais temerei
nunca mais duvidarei
e nada em meu coração habitará
sem ser pra honra e glória
do Teu Nome
Agora eu entendo
a Verdadeira Fé
Por que tão tarde?
Por minha culpa
Mas eu entendi.
Quero lutar por Ti
Quero conhecer-te ainda mais
Quero estar conTigo
Quero que sempre habite em mim
Que Tua Presença cresça
e se Renove
dentro do meu ser.
Derrama Tua unção
dai-me humildade,
humildade,
humildade!
Humildade...
HUMILDADE.
Hu-Mil-Da-De
hUmIlDaDe
HuMiLdAdE
hummmiiiiillllllddddaaaadddeeeee,
HUM!LD@D£
hu-mil-da-de
huuuuuumildade!
H
U
M
I
L
D
A
D
E,
Humildade;
Sabedoria
e Discernimento.
Amém.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Vai
Fale. xingue. reclame da vida.
continue sendo o mesmo idiota,
continue sendo o mesmo idiota,
justificando seus erros pelos dos outros,
como se uma coisa compensasse outra.
Continue mentindo, continue enganando.
continue maldizendo tudo aquilo que tanto quer
e por isso nunca vai ter.
Continue sem admitir que você é fraco,
fraco demais pra dizer que errou e está errado.
fraco demais pra admitir que seu destino é culpa sua.
como se uma coisa compensasse outra.
Continue mentindo, continue enganando.
continue maldizendo tudo aquilo que tanto quer
e por isso nunca vai ter.
Continue sem admitir que você é fraco,
fraco demais pra dizer que errou e está errado.
fraco demais pra admitir que seu destino é culpa sua.
Maldiga seus pés,
que te permitem correr e cair.
maldiga seus filhos
que herdaram seus genes,
mas não sua revolta ridícula contra tudo e contra todos.
Continue com tua inveja que te atormenta,
tuas neuroses que te enraivessem,
teu rancor que te corrói a alma.
que te permitem correr e cair.
maldiga seus filhos
que herdaram seus genes,
mas não sua revolta ridícula contra tudo e contra todos.
Continue com tua inveja que te atormenta,
tuas neuroses que te enraivessem,
teu rancor que te corrói a alma.
Continue atraindo energias negativas
com tua boca
suja
e teus atos sem sentido.suja
Continue sendo cega e continue a morrer,
enquanto eu ainda me mato pra tentar te entender.
enquanto eu ainda me mato pra tentar te entender.
Por favor,
Pára de se matar!
Pára de representar seus monstros internos
na figura de quem tenta te ajudar.
espera mais um pouco,
tenha mais um pouco de Fé...
Eu sei que muitas vezes tou errada.
eu sei que pareço demorar demais.
espera que essa tempestade passa,
tem Alguém do nosso lado e Ele vai ajudar.
E eu vou ajudar também.
Eu te amo. Eu moro com você.
E você mora aqui dentro,
criança...
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Noite
Pensando demais,
pensando demais,
pensando demais em tudo e no todo - parei.
Respiro. Penso. Deito. Descanso.
Inerte e em silêncio,
inerte e sem peso,
não estou mais aqui - voei.
Voei. Atravessei as paredes do quarto,
vi o som das árvores lá fora,
ouvi o cheiro do mar
na imensidão de um deserto sem fim,
dentro da alma
que minha não é.
Da alma humana e tola
que por não crer se acha forte,
por não ver pensa que nada mais existe
além da mera
sombra
de realidade
que seus simplórios olhos conseguem contemplar.
Triste constato, meu corpo chama.
eu volto e relaxo,
deitada na cama - dormi.
e acordei.
pensando demais,
pensando demais em tudo e no todo - parei.
Respiro. Penso. Deito. Descanso.
Inerte e em silêncio,
inerte e sem peso,
não estou mais aqui - voei.
Voei. Atravessei as paredes do quarto,
vi o som das árvores lá fora,
ouvi o cheiro do mar
na imensidão de um deserto sem fim,
dentro da alma
que minha não é.
Da alma humana e tola
que por não crer se acha forte,
por não ver pensa que nada mais existe
além da mera
sombra
de realidade
que seus simplórios olhos conseguem contemplar.
Triste constato, meu corpo chama.
eu volto e relaxo,
deitada na cama - dormi.
e acordei.
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